A Renner não faz guerrilha porquê não quer

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Escrito por: Secco

Duas ações recentes me fizeram pensar na Lojas Renner.

Na primeira delas, dentro de uma loja, a série “The L Word” adesivou marcas de batom no colarinho de camisas brancas.

Custo mínimo, alto impacto para quem está à procura das novidades entre uma arara e outra, e boa o suficiente para virar um post no badalado TrendHunter.

A segunda é o Desafiando a Inércia. É óbvio que o mote da ação não lembra Renner em nada, muito menos na idéia que vou lançar aqui. Mas eu ficaria tão, mas tão contente (e orgulhoso) se a Renner tivesse tido uma sacada desta.

Criar um desenho gigante, nas ruas de Porto Alegre, em homenagem ao Dia das Crianças.

É uma pena que isso deve ser um delírio meu após mais uma rodada diurna de chimarrão.

E seguimos aguardando a marca que está por trás da ação. No mínimo me fez pensar que não é nada difícil quebrar a rotina e a inércia nas criações por aí.

PS. Mini e Gus, isso é apenas uma provocação de alto nível, espero a compreensão de vocês, e que possa sirvir de input para novos tempos inovações.

Menos mal que o Planeta Atlântida está chegando.


Um pouco mais sobre o papo



Um comentário para “A Renner não faz guerrilha porquê não quer”

  1. gus bozzetti disse:

    Boa provocação…
    É de coisas assim que precisamos pra manter acesa a criatividade.
    Bons tempos em que pensávamos mais e executávamos menos.

    hehehehe

    Mas aos poucos essas coisas vão aparecer mais e mais nos clientes daqui.

Metendo mais lenha na fogueira.


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