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	<title>Comments on: E se</title>
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		<title>By: bit papo com Sec2o</title>
		<link>http://www.bitpapo.com.br/e-se/comment-page-1/#comment-181</link>
		<dc:creator>bit papo com Sec2o</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 22:01:00 +0000</pubDate>
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		<description>gostei muito da analogia com o case Red Bull. estamos mais próximos em nossas idéias.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;só não estou entendendo a tua animosidade. está em pé de guerra, meu caro?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;peace and love.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gostei muito da analogia com o case Red Bull. estamos mais próximos em nossas idéias.</p>
<p>só não estou entendendo a tua animosidade. está em pé de guerra, meu caro?</p>
<p>peace and love.</p>
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		<title>By: marcelo do amaral</title>
		<link>http://www.bitpapo.com.br/e-se/comment-page-1/#comment-180</link>
		<dc:creator>marcelo do amaral</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 13:34:00 +0000</pubDate>
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		<description>você não leu o que eu escrevi. ou leu apenas o que quis. eu só relatei o que acontece de fato e apresentei isso como a única saída possível para as marcas no brasil. ou pelo menos a única saída que elas consideram viável para elas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;não sou a favor desses &quot;bolsa cultura&quot; e muito menos a favor desses complexos que tem apenas a intenção de reafirmar a tradição. a cultura que reflete nesses espaços e iniciativas não é a popular. não se transforma nunca. apenas se redefine trazendo a street art, por exmeplo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;o que as marcas poderiam trazer de benefício real para os seus clientes? tirar toda a mídia das ruas, da internet e o escambal. depois disso, fazer um bom trabalho de planejamento. daí sim começar a pensar no que é possível fazer revertendo todo o valor investido em mídia para os seus clientes/público/etc em benefícios, sem deixar esses caras que fazem o planejamento descansar. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;trazer benefício para a população dessa forma demanda uma mobilização gigantesca dentro de uma marca. e compreende um trabalho bem próximo do público, para conseguir mapear qual é a necessidade dele e responder isso de uma forma direta, sem precisar criar banner, outdoor, print e tudo quanto é peça para tudo quanto é canal.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;a única marca que faz isso muito bem feito no mundo é a red bull. eles colocam os caras para saltar de pára-quedas dos edifícios mais altos do mundo e distribuem energético para os bombeiros que estão atendendo uma tragédia típica de um país de terceiro mundo. eles não investem em mídia. quando investem, é apenas para eventos isolados.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;eles tem respostas rápidas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;eles escolheram um público e foram atrás dele. esse público virou mídia. hoje todo mundo conhece os benefícios físicos, mentais e emocionais de redbull.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;quer fazer tudo isso? tire seus profissionais do escritório e coloque eles no meio do povo que quer te desejar, mas não sabe se começa pela bunda, os peitos ou a periquita.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>você não leu o que eu escrevi. ou leu apenas o que quis. eu só relatei o que acontece de fato e apresentei isso como a única saída possível para as marcas no brasil. ou pelo menos a única saída que elas consideram viável para elas.</p>
<p>não sou a favor desses &#8220;bolsa cultura&#8221; e muito menos a favor desses complexos que tem apenas a intenção de reafirmar a tradição. a cultura que reflete nesses espaços e iniciativas não é a popular. não se transforma nunca. apenas se redefine trazendo a street art, por exmeplo.</p>
<p>o que as marcas poderiam trazer de benefício real para os seus clientes? tirar toda a mídia das ruas, da internet e o escambal. depois disso, fazer um bom trabalho de planejamento. daí sim começar a pensar no que é possível fazer revertendo todo o valor investido em mídia para os seus clientes/público/etc em benefícios, sem deixar esses caras que fazem o planejamento descansar. </p>
<p>trazer benefício para a população dessa forma demanda uma mobilização gigantesca dentro de uma marca. e compreende um trabalho bem próximo do público, para conseguir mapear qual é a necessidade dele e responder isso de uma forma direta, sem precisar criar banner, outdoor, print e tudo quanto é peça para tudo quanto é canal.</p>
<p>a única marca que faz isso muito bem feito no mundo é a red bull. eles colocam os caras para saltar de pára-quedas dos edifícios mais altos do mundo e distribuem energético para os bombeiros que estão atendendo uma tragédia típica de um país de terceiro mundo. eles não investem em mídia. quando investem, é apenas para eventos isolados.</p>
<p>eles tem respostas rápidas.</p>
<p>eles escolheram um público e foram atrás dele. esse público virou mídia. hoje todo mundo conhece os benefícios físicos, mentais e emocionais de redbull.</p>
<p>quer fazer tudo isso? tire seus profissionais do escritório e coloque eles no meio do povo que quer te desejar, mas não sabe se começa pela bunda, os peitos ou a periquita.</p>
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	<item>
		<title>By: bit papo com Sec2o</title>
		<link>http://www.bitpapo.com.br/e-se/comment-page-1/#comment-179</link>
		<dc:creator>bit papo com Sec2o</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 13:07:00 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;gente que preferiríamos não conversar&quot;. Por quê?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;acho o lance de tirar mendigos da rua dúbio, pois tirar apenas não resolve o problema do cara. Só ameniza o olhar de quem passa pelo local e não toma o choque da realidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;e sabemos que moradores de rua existem até em Marte e alguns (poucos, é verdade) estão lá por estilo de vida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O escambau cultural. E lá vem a ladainha que a cultura é o alimento pro corpo. Estou sendo bem claro aqui. Menos cultura, menos entretenimento, mais ações reais com benefícios imediatos para nossa gente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A comédia faz bem, mas isso tem aos montes no Planalto Central.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na boa, se faculdade resolvesse o nosso problema o Brasil estaria melhorando muito, pois hoje em dia tem uma em cada esquina, na internet, etc.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estamos no país do Bolsa Família sim e não tenho como ser contra algo que dá grana para as pessoas comerem a única comida que eles têm acesso no dia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;By the way, o início da conversa começou com &quot;alô MARCAS, menos grana na mídia e mais grana em benefícios reais para o cliente. será que isso não vai dar muito mais retorno?&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;gente que preferiríamos não conversar&#8221;. Por quê?</p>
<p>acho o lance de tirar mendigos da rua dúbio, pois tirar apenas não resolve o problema do cara. Só ameniza o olhar de quem passa pelo local e não toma o choque da realidade.</p>
<p>e sabemos que moradores de rua existem até em Marte e alguns (poucos, é verdade) estão lá por estilo de vida.</p>
<p>O escambau cultural. E lá vem a ladainha que a cultura é o alimento pro corpo. Estou sendo bem claro aqui. Menos cultura, menos entretenimento, mais ações reais com benefícios imediatos para nossa gente.</p>
<p>A comédia faz bem, mas isso tem aos montes no Planalto Central.</p>
<p>Na boa, se faculdade resolvesse o nosso problema o Brasil estaria melhorando muito, pois hoje em dia tem uma em cada esquina, na internet, etc.</p>
<p>Estamos no país do Bolsa Família sim e não tenho como ser contra algo que dá grana para as pessoas comerem a única comida que eles têm acesso no dia.</p>
<p>By the way, o início da conversa começou com &#8220;alô MARCAS, menos grana na mídia e mais grana em benefícios reais para o cliente. será que isso não vai dar muito mais retorno?&#8221;</p>
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		<title>By: marcelo do amaral</title>
		<link>http://www.bitpapo.com.br/e-se/comment-page-1/#comment-178</link>
		<dc:creator>marcelo do amaral</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 01:11:00 +0000</pubDate>
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		<description>concordo com o gripe sobre a possibilidade do brand utility ser o próximo tchãnãnã. concordo também com o mini, quando diz que não podemos acostumar as pessoas com tanto arrego assim. e assino embaixo quando o keid lembra a gente de que estamos no brasil. por essas e por outras que as contribuições pertinentes das marcas para a sociedade são espaços como o Santander Cultural, o Itaú Cultural e esses incentivos que o Grupo Votorantim e o próprio Itaú passam adiante para patrocinar projetos isolados. Traduzindo em miúdos para a vida prática, são contribuições que prestigiam uma minoria que já tem acesso. O banco real já patrocinou a arrumação de uma rua inteira em sao paulo, tirando mendigos, viciados e putas das calçadas e enchendo de plantas e coisas bonitinhas. sei que voce vai dizer que nao é exatamente isso do que estamos falando. mas estamos no país do bolsa família, onde fazer caridade é uma coisa bacana porque traz para as pessoas o benefício emocional de esquecerem que são pobres e chinelonas em relação aos caras que estão bancando a festa. e não acredito que seja possível fazer caridade com esse brand utility. no brasil é muito caro pensar em um nome tão bonito em um país tão híbrido, onde não podemos acertar um nicho sem respingar em gente que preferiríamos não conversar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>concordo com o gripe sobre a possibilidade do brand utility ser o próximo tchãnãnã. concordo também com o mini, quando diz que não podemos acostumar as pessoas com tanto arrego assim. e assino embaixo quando o keid lembra a gente de que estamos no brasil. por essas e por outras que as contribuições pertinentes das marcas para a sociedade são espaços como o Santander Cultural, o Itaú Cultural e esses incentivos que o Grupo Votorantim e o próprio Itaú passam adiante para patrocinar projetos isolados. Traduzindo em miúdos para a vida prática, são contribuições que prestigiam uma minoria que já tem acesso. O banco real já patrocinou a arrumação de uma rua inteira em sao paulo, tirando mendigos, viciados e putas das calçadas e enchendo de plantas e coisas bonitinhas. sei que voce vai dizer que nao é exatamente isso do que estamos falando. mas estamos no país do bolsa família, onde fazer caridade é uma coisa bacana porque traz para as pessoas o benefício emocional de esquecerem que são pobres e chinelonas em relação aos caras que estão bancando a festa. e não acredito que seja possível fazer caridade com esse brand utility. no brasil é muito caro pensar em um nome tão bonito em um país tão híbrido, onde não podemos acertar um nicho sem respingar em gente que preferiríamos não conversar.</p>
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	<item>
		<title>By: bit papo com Sec2o</title>
		<link>http://www.bitpapo.com.br/e-se/comment-page-1/#comment-170</link>
		<dc:creator>bit papo com Sec2o</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 14:57:00 +0000</pubDate>
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		<description>Grande, Firpo. Tens razão, sobretudo, o caso do Million. É exatamente a materialização do que tenho falado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pra quem não viu tem o vídeo aqui.&lt;br/&gt;http://sec2o.blogspot.com/2008/06/never-mind-o-laptop-de-100-dlares.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grande, Firpo. Tens razão, sobretudo, o caso do Million. É exatamente a materialização do que tenho falado.</p>
<p>Pra quem não viu tem o vídeo aqui.<br /><a href="http://sec2o.blogspot.com/2008/06/never-mind-o-laptop-de-100-dlares.html" rel="nofollow">http://sec2o.blogspot.com/2008/06/never-mind-o-laptop-de-100-dlares.html</a></p>
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	<item>
		<title>By: firpo</title>
		<link>http://www.bitpapo.com.br/e-se/comment-page-1/#comment-169</link>
		<dc:creator>firpo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 14:27:00 +0000</pubDate>
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		<description>Na real, algumas das ações mais legais vistas em Cannes nos últimos tempos já apontam pra esse lado. De cabeça, agora, lembro daquele outdoor de banco que produzia energia pra uma escola e desse case do Million, que mesmo tendo como cliente um órgão público envolveu duas grandes marcas, Verizon e Samsung.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na real, algumas das ações mais legais vistas em Cannes nos últimos tempos já apontam pra esse lado. De cabeça, agora, lembro daquele outdoor de banco que produzia energia pra uma escola e desse case do Million, que mesmo tendo como cliente um órgão público envolveu duas grandes marcas, Verizon e Samsung.</p>
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	<item>
		<title>By: bit papo com Sec2o</title>
		<link>http://www.bitpapo.com.br/e-se/comment-page-1/#comment-168</link>
		<dc:creator>bit papo com Sec2o</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 21:08:00 +0000</pubDate>
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		<description>Uau.&lt;br/&gt;O tema está rendendo, realmente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O foda de ter receio em dar foco no blur é exatamente a questão de fundo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A gente se borra de medo de virar o jogo e segue o by the book porque sabe que vai dar certo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por isso, e muito muito por isso a gente na maioria das vezes fica olhando a banda passar e dizendo: que baita sacada que os caras tiveram.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas voltando ao utilitarismo, me parece claro que devemos OFERECER algo para nossos consumidores. A sugestão é que a gente troque a falação pela ação e o caminho mais fértil a meu ver é tocar no ponto mais nevrálgico de um país em desenvolvimento, ou seja, o próprio meio de desenvolver-se.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A cultura desenvolve, sim, é claro. Mas vejo muita gente se perdendo com superficialidades ao invés de ir direto ao ponto. Longe de ser caridade, não tem nada disso no meu pensamento. É benefício real e não ficção. Só isso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se os índios precisam de espelhos, daremos espelhos, os nordestinos de água, H2OH neles. Eu acho bem mais bacana pra marca que a Juliana Paes tomando um gole em A Favorita.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No mais, fico muito feliz em ver o engagement dos amigos por aqui. É uma grande honra para mim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uau.<br />O tema está rendendo, realmente.</p>
<p>O foda de ter receio em dar foco no blur é exatamente a questão de fundo.</p>
<p>A gente se borra de medo de virar o jogo e segue o by the book porque sabe que vai dar certo.</p>
<p>Por isso, e muito muito por isso a gente na maioria das vezes fica olhando a banda passar e dizendo: que baita sacada que os caras tiveram.</p>
<p>Mas voltando ao utilitarismo, me parece claro que devemos OFERECER algo para nossos consumidores. A sugestão é que a gente troque a falação pela ação e o caminho mais fértil a meu ver é tocar no ponto mais nevrálgico de um país em desenvolvimento, ou seja, o próprio meio de desenvolver-se.</p>
<p>A cultura desenvolve, sim, é claro. Mas vejo muita gente se perdendo com superficialidades ao invés de ir direto ao ponto. Longe de ser caridade, não tem nada disso no meu pensamento. É benefício real e não ficção. Só isso.</p>
<p>Se os índios precisam de espelhos, daremos espelhos, os nordestinos de água, H2OH neles. Eu acho bem mais bacana pra marca que a Juliana Paes tomando um gole em A Favorita.</p>
<p>No mais, fico muito feliz em ver o engagement dos amigos por aqui. É uma grande honra para mim.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Gustavo Mini</title>
		<link>http://www.bitpapo.com.br/e-se/comment-page-1/#comment-167</link>
		<dc:creator>Gustavo Mini</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 20:46:00 +0000</pubDate>
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		<description>Não acho que seja ingenuidade e nem que esse tipo de idéia não gere ROI. Pelo contrário, acho que gera ROI, apesar de talvez não gerar ROI imediato e talvez ser complicado de medir.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Acho que é um caminho que vem aparecendo com muita força e seria interessante mesmo vê-lo traduzido pro Brasil.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu vejo muito mais como um caminho de brand utility do que de marketing social.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não acho que seja bom ficar dando coisas de graça pras pessoas porque pode que elas se acostumem mal. É preciso que as premissas fiquem claras: eu estou lhe dando isso pra você 1) me dar isso de volta ou 2) ter boa vontade comigo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não é caridade e talvez não deva ser caridade, a menos que seja um desejo muito genuíno vindo do coração de algum empresário.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por motivos culturais, além de econômicos, não temos no Brasil a tradição de mecenato. A renascença de Barcelona foi financiada por uma burguesia interessada em arte (até onde sei) e tem muitas universidades e museus americanos construídos por pessoas com dinheiro sobrando.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ao mesmo tempo, temos uma tradição de um Estado omisso e é perigoso a iniciativa privada tomar conta de tudo a título de trabalho de marca. Acho que deve haver limites porque apesar de ser super bonito ver uma empresa de água mineral distribuir água no Nordeste pra tornar a vida das pessoas melhores, também pode abrir precedentes perigosíssimos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Portanto, ainda prefiro uma relação claramente comercial do que borrar limites em um país que tem a ambiguidade como valor nacional.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não acho que seja ingenuidade e nem que esse tipo de idéia não gere ROI. Pelo contrário, acho que gera ROI, apesar de talvez não gerar ROI imediato e talvez ser complicado de medir.</p>
<p>Acho que é um caminho que vem aparecendo com muita força e seria interessante mesmo vê-lo traduzido pro Brasil.</p>
<p>Eu vejo muito mais como um caminho de brand utility do que de marketing social.</p>
<p>Não acho que seja bom ficar dando coisas de graça pras pessoas porque pode que elas se acostumem mal. É preciso que as premissas fiquem claras: eu estou lhe dando isso pra você 1) me dar isso de volta ou 2) ter boa vontade comigo. </p>
<p>Não é caridade e talvez não deva ser caridade, a menos que seja um desejo muito genuíno vindo do coração de algum empresário.</p>
<p>Por motivos culturais, além de econômicos, não temos no Brasil a tradição de mecenato. A renascença de Barcelona foi financiada por uma burguesia interessada em arte (até onde sei) e tem muitas universidades e museus americanos construídos por pessoas com dinheiro sobrando.</p>
<p>Ao mesmo tempo, temos uma tradição de um Estado omisso e é perigoso a iniciativa privada tomar conta de tudo a título de trabalho de marca. Acho que deve haver limites porque apesar de ser super bonito ver uma empresa de água mineral distribuir água no Nordeste pra tornar a vida das pessoas melhores, também pode abrir precedentes perigosíssimos.</p>
<p>Portanto, ainda prefiro uma relação claramente comercial do que borrar limites em um país que tem a ambiguidade como valor nacional.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: K.e.i.d.</title>
		<link>http://www.bitpapo.com.br/e-se/comment-page-1/#comment-166</link>
		<dc:creator>K.e.i.d.</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 20:15:00 +0000</pubDate>
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		<description>Secco,&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim, quando falamos de criação de serviços públicos, falamos em empresas fazerem o papel do Estado. Isso é complicado. Quando marcas investem em mídia elas buscam nada mais que falar com o maior número de pessoas possível para gerar rotatividade na gôndola e ganhar ou, pelo menos, manter o share de mercado. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não dá pra esquecer que a concorrência quer e faz a mesma coisa. Logo, apostar em uma saída tão sem certeza de ROI, e talvez tão mais caro que o mix de comunicação, acho ingenuidade. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O buraco aqui no Brasil é mais embaixo, Secco. Funciona na Europa, nos EUA, onde gringos que vivem com o mínimo necessário, têm excedente para se intoxicar com superfluos e buscam espelho em marcas que os ajudem a expurgar seus demônios consumistas. Se uma empresa depender disso, aqui, em nossas tabas tupiniquins, ela vai à falência. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para Sr. Anderson funciona inventar bobagens do tipo Long Tail e Freeconomics. Aliás, qualquer um com um vocabulário mais amplo parece ter virado guru de mkt. Nossa realidade é bem outra.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E eu nunca me esqueço que sou uma prostituta que  mente e é remunerada para dizer o que o consumidor quer ouvir. Essa é a regra do capitalismo que todos concordamos quando escolhemos os caminhos da comunicação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas achei seu post bem válido. E o blog, bom como sempre.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Abração.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Secco,</p>
<p>Assim, quando falamos de criação de serviços públicos, falamos em empresas fazerem o papel do Estado. Isso é complicado. Quando marcas investem em mídia elas buscam nada mais que falar com o maior número de pessoas possível para gerar rotatividade na gôndola e ganhar ou, pelo menos, manter o share de mercado. </p>
<p>Não dá pra esquecer que a concorrência quer e faz a mesma coisa. Logo, apostar em uma saída tão sem certeza de ROI, e talvez tão mais caro que o mix de comunicação, acho ingenuidade. </p>
<p>O buraco aqui no Brasil é mais embaixo, Secco. Funciona na Europa, nos EUA, onde gringos que vivem com o mínimo necessário, têm excedente para se intoxicar com superfluos e buscam espelho em marcas que os ajudem a expurgar seus demônios consumistas. Se uma empresa depender disso, aqui, em nossas tabas tupiniquins, ela vai à falência. </p>
<p>Para Sr. Anderson funciona inventar bobagens do tipo Long Tail e Freeconomics. Aliás, qualquer um com um vocabulário mais amplo parece ter virado guru de mkt. Nossa realidade é bem outra.</p>
<p>E eu nunca me esqueço que sou uma prostituta que  mente e é remunerada para dizer o que o consumidor quer ouvir. Essa é a regra do capitalismo que todos concordamos quando escolhemos os caminhos da comunicação.</p>
<p>Mas achei seu post bem válido. E o blog, bom como sempre.</p>
<p>Abração.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: carolrosado</title>
		<link>http://www.bitpapo.com.br/e-se/comment-page-1/#comment-165</link>
		<dc:creator>carolrosado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 19:26:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bitpapo.com.br/?p=568#comment-165</guid>
		<description>A idéia sim é muito boa mas vejo que o pano de fundo continua sendo o conceito de marketing social... tlz a inovação seja tornar o marketing social mais agressivo ou talvez em maior escala ... vejo q a empatia tanto dos investidores qto dos consumidores pelo mkt social apresenta um grande crescimento nos últimos anos ... inclusive está sendo uma ISO 9000 social ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A idéia sim é muito boa mas vejo que o pano de fundo continua sendo o conceito de marketing social&#8230; tlz a inovação seja tornar o marketing social mais agressivo ou talvez em maior escala &#8230; vejo q a empatia tanto dos investidores qto dos consumidores pelo mkt social apresenta um grande crescimento nos últimos anos &#8230; inclusive está sendo uma ISO 9000 social &#8230;</p>
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